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CHINA É A MAIOR PARCEIRA COMERCIAL DO BRASIL

De acordo com as estatísticas divulgadas pela MOIT do Brasil, a China ocupa de forma consistente a posição como a maior parceira comercial do Brasil em 2013 em comparação com as importações e exportações em 2012. Além disso, o Brasil importou um total de US$ 37,3 bilhões da China no ano passado, um aumento de 8% em relação ao ano anterior.

Copresidida pelo vice-premier chinês, Wang Yang e pelo vice-presidente do Brasil, Michel Temer, em Guangzhou, a terceira sessão da Comissão de Coordenação e Cooperação de Alto Nível China-Brasil foi realizada com sucesso, com ambos os lados concordando em continuar a sua parceria estratégica global.

Ambos os lados tiveram uma troca de pontos de vista aprofundada sobre política, comércio, finanças, ciência e tecnologia, educação e cultura e chegaram a um amplo consenso no avanço da sua parceria. Esta reunião mostra que China e Brasil se comprometem a forjar um futuro comum.

No momento em que as vendas de comércio eletrônico do Brasil crescendo rapidamente, as empresas de comércio eletrônico chinesas querem construir rapidamente a sua presença nesse mercado em expansão na maior economia da América Latina.

Com o aumento da cooperação China-Brasil, deve haver mais política preferencial para os dois países. Embora ambos os países busquem recursos e oportunidades de negócios, a OSell visa estabelecer uma parceria de longo prazo com o comércio eletrônico do Brasil, de modo a beneficiar mais varejistas brasileiros, proporcionando mais oportunidades de negócios.

O varejo on-line global não atingiu remotamente todo o seu potencial ainda. Até 2015, a Forester prevê que as vendas de varejo on-line sejam provenientes de todos esses mercados (e de muitos outros), impulsionadas por taxas de crescimento anual composta (CAGR), variando de 22% na China e 18% no Brasil, a 20% no México e um total de 53% na Índia (em comparação com 9% nos EUA e 10% na Europa).

O mercado de varejo on-line brasileiro é de longe o maior na América Latina e irá crescer de US$ 11,9 bilhões este ano para US$ 22 bilhões até 2016. Agora, os varejistas globais ainda têm de se tornar um grande concorrente também. Além disso, os consumidores estão acostumados a frete mais barato ou gratuito. Muitos varejistas estão à procura de uma cadeia de abastecimento no escritório para ganhar dinheiro fácil, sem quaisquer preocupações.

O mercado brasileiro, como os mercados de comércio eletrônico mais promissores do mundo, tem o potencial de se desenvolver não apenas a partir do grande número de usuários on-line, mas também do entusiasmo pelas compras on-line.

Fonte: ExportNews

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